Que alegria !
Agradeço a todos que compareceram ao Espaço Cultural Cristal, e aqueles que não puderam,tem até 19 de janeiro de 2014 para conferir.
Queridas Paula Amaral e Anna Pana que produziram o evento, abraço especial pela oportunidade de participar desta exposição em um espaço tão bonito.
Agradeço a Dona Cleuza e a sua família de Boa Nova-BA, que compareceram ao evento trouxeram boas lembranças da minha terra.
Espaço Cultural Cristal
Rua Prof. Artur Ramos, 551-Jd. Paulistano
São Paulo-SP
Cipriano Souza é um artista plástico, nascido no arraial de São Domingos-BA. A sua arte colore o sertão em que nasceu e narra causos . Possui obras na galeria Arte Aplicada e escritório de arte Ricardo Cardoso em Sao Paulo-SP ,
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
Ensaio de opereta para as cores
Amanhã, dia 19 de novembro, a partir das 20 horas, ocorre a vernissage da minha exposição na Pizzaria Cristal.
Todos convidados, será uma grande festa.
End. R Prof. Artur Ramos, 551-Jd Paulistano-São Paulo-SP-Pizzaria Cristal
Umbu, gabiraba, cavaçu, araticum, mangaba, pinha, jabuticaba, mandacaru, manga, siriguela, kiwi, melão, mamão, melancia ,carambola frutas fonte de saúde, cores e aromas que integram a composição do artista.
A opereta é inspirada nas cores das frutas.
Era uma vez um menino de alpercata no pé.
Jogou as percatas fora e resolveu conhecer a energia da terra.
Andou durante três anos descalço
E ouvindo o canto dos pássaros sentado numa pedra debaixo de um umbuzeiro.
Deliciando o cheiro, a cor e o sabor.
Aí então nasceu esta opereta.
Esse menino começou a riscar no chão.
E hoje com o contato da música erudita
Tem viola, violão, ganzá, pandeiro
Aperta os dedos nas teclas de um acordeão
Olhando para uma fruteira nasceu esta brilhante e colorida ideia.
Aqui é igual caldo de cana , faz na hora!
CiprianoSouza
Todos convidados, será uma grande festa.
End. R Prof. Artur Ramos, 551-Jd Paulistano-São Paulo-SP-Pizzaria Cristal
Umbu, gabiraba, cavaçu, araticum, mangaba, pinha, jabuticaba, mandacaru, manga, siriguela, kiwi, melão, mamão, melancia ,carambola frutas fonte de saúde, cores e aromas que integram a composição do artista.
A opereta é inspirada nas cores das frutas.
Era uma vez um menino de alpercata no pé.
Jogou as percatas fora e resolveu conhecer a energia da terra.
Andou durante três anos descalço
E ouvindo o canto dos pássaros sentado numa pedra debaixo de um umbuzeiro.
Deliciando o cheiro, a cor e o sabor.
Aí então nasceu esta opereta.
Esse menino começou a riscar no chão.
E hoje com o contato da música erudita
Tem viola, violão, ganzá, pandeiro
Aperta os dedos nas teclas de um acordeão
Olhando para uma fruteira nasceu esta brilhante e colorida ideia.
Aqui é igual caldo de cana , faz na hora!
CiprianoSouza
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
Pintura
A pintura é meu remédio
Deixe-me tomar
A cura e pans coloridos
A gente pinta
O que a gente
sonha.
Vá em frente...
Eu sempre tive a necessidade de pintar.
Alguma coisa pede a pintura.
Como se fosse meu remédio, minha religião, minha alegria.
Meu bom amigo é meu Deus.
Pinto quando estou feliz, quando estou nervoso ou calmo.
Não sei viver sem fazer arte.
Deixe-me tomar
A cura e pans coloridos
A gente pinta
O que a gente
sonha.
Vá em frente...
Eu sempre tive a necessidade de pintar.
Alguma coisa pede a pintura.
Como se fosse meu remédio, minha religião, minha alegria.
Meu bom amigo é meu Deus.
Pinto quando estou feliz, quando estou nervoso ou calmo.
Não sei viver sem fazer arte.
quinta-feira, 31 de outubro de 2013
Sem causo
Esperei por algum tempo o reiniciar da máquina.
Tudo pronto e de acordo com ela.
Esperei o plug in, esperei.
Plug in por mim plugado e é nada.
Nada é nada, ou não é?
Vi dize pela tv, e até assisti um tal de sete anões.
Sete anões aqui do Brasi, não é daqueles do lado de lá, da princesa.
Pindorama, Pindorama, viva!
Eu vi um bucado de cores, mais de cem para calcular.
Que alegravam este povo, com as cores e o sorrisar.
Viva, viva!
E eu estou lá.
Se for me comunicar eu te peço para aguentar mais um pouquinho
Pois vou esperar a máquina de novo reiniciar
E vou fazer mais um plug in para depois comunicar.
Viva, viva João de Mira, Jorge e seu Juvená.
E os meninos nessa hora, no bar do Juarez está
Depois passa na venda de seu Antenor, do seu Sinhô, e de Nika.
E no bar de Tião vai relaxar.
Bebe uma , bebe duas e vai ter que ir do lado de lá.
Passa no bar de Beto, penúltimo gole a tomar
O último vai ser na ladeira descendo, indo para o ribeirão.
Depois do ribeirão só lá na casa de Val
Ali é o lugar do ajuntamento, da cultura popular.
Vem logo um violão e Val começa a cantar
Tem pandeiro, viola e a sanfona
E o resto não vou contar
Boa noite.
Tudo pronto e de acordo com ela.
Esperei o plug in, esperei.
Plug in por mim plugado e é nada.
Nada é nada, ou não é?
Vi dize pela tv, e até assisti um tal de sete anões.
Sete anões aqui do Brasi, não é daqueles do lado de lá, da princesa.
Pindorama, Pindorama, viva!
Eu vi um bucado de cores, mais de cem para calcular.
Que alegravam este povo, com as cores e o sorrisar.
Viva, viva!
E eu estou lá.
Se for me comunicar eu te peço para aguentar mais um pouquinho
Pois vou esperar a máquina de novo reiniciar
E vou fazer mais um plug in para depois comunicar.
Viva, viva João de Mira, Jorge e seu Juvená.
E os meninos nessa hora, no bar do Juarez está
Depois passa na venda de seu Antenor, do seu Sinhô, e de Nika.
E no bar de Tião vai relaxar.
Bebe uma , bebe duas e vai ter que ir do lado de lá.
Passa no bar de Beto, penúltimo gole a tomar
O último vai ser na ladeira descendo, indo para o ribeirão.
Depois do ribeirão só lá na casa de Val
Ali é o lugar do ajuntamento, da cultura popular.
Vem logo um violão e Val começa a cantar
Tem pandeiro, viola e a sanfona
E o resto não vou contar
Boa noite.
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
Pitiko
Pitiko é um filhote de sanhaço que passou uma temporada no ateliê, ele não conseguia voar.
Sua mãe todo dia vinha dar comida em seu bico.
Paciência e saudades.
Piu Piti Pitiko
Sua mãe todo dia vinha dar comida em seu bico.
Paciência e saudades.
Piu Piti Pitiko
Por viver muitos anos dentro do mato
Moda ave
O menino pegou um olhar de pássaro -
Contraiu visão fontana.
Por forma que ele enxergava as coisas
Por igual
como os pássaros enxergam.
Moda ave
O menino pegou um olhar de pássaro -
Contraiu visão fontana.
Por forma que ele enxergava as coisas
Por igual
como os pássaros enxergam.
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
Pragas
Gravatá, croa, flores exóticas , amarelas, violeta e magenta. Cordas resistentes para piar um cavalo, burro ou porco. Pendurar galinhas no pau d'arco.
Biriba.
Na lagoa de Mateus, no tempo das águas, casamento do rio com a lagoa, juntamento do tanque da nação, a florada dos umbuzeiros.
Ribeirão da sucupira, da boa vista, do enxu , tempo de fartura, de piabas, traíras, tilápias, bagres, sapos e girinos, até chame xuga.
As malvas, quiabentos, a fartura das chuvas e os bichinhos avoadores e o gravatazeiro.
Brincadeiras no mato passo.
E eu aqui deitado lembrando deste passado, memórias de criança.
Lente da câmera distorcida
Meu olho é minha lente
Minha arte é livre de exploração
E quem me explora dá coceira no cuião
Minha arte é verdadeira, é tristeza e alegrão
É de fé e é de não.
Padre Cícero e Bastião.
Xito e Xororão.
São Cosme e São Damião
Iemanjá, Santa Bárbara e minha Aparecida querida.
Cipriano Souza
Minha vida igual ao do retirante Fabiano
Viver de arte no Brasil é igual a um catingueiro que planta no pó
E depois da colheita, vem o explorador se aproveitando da alta da safra
No pó eles somem e na colheita aparecem igual praga
Sem falar nas cercas.
O que me salva é que existem os bons cabras
Que amam a arte e respeitam o artista
Eita desgrama!
Biriba.
Na lagoa de Mateus, no tempo das águas, casamento do rio com a lagoa, juntamento do tanque da nação, a florada dos umbuzeiros.
Ribeirão da sucupira, da boa vista, do enxu , tempo de fartura, de piabas, traíras, tilápias, bagres, sapos e girinos, até chame xuga.
As malvas, quiabentos, a fartura das chuvas e os bichinhos avoadores e o gravatazeiro.
Brincadeiras no mato passo.
E eu aqui deitado lembrando deste passado, memórias de criança.
Ensaio de ópera para a natureza
Lente da câmera distorcida
Meu olho é minha lente
Minha arte é livre de exploração
E quem me explora dá coceira no cuião
Minha arte é verdadeira, é tristeza e alegrão
É de fé e é de não.
Padre Cícero e Bastião.
Xito e Xororão.
São Cosme e São Damião
Iemanjá, Santa Bárbara e minha Aparecida querida.
Cipriano Souza
foto: Adão Pinheiro
Minha vida igual ao do retirante Fabiano
Viver de arte no Brasil é igual a um catingueiro que planta no pó
E depois da colheita, vem o explorador se aproveitando da alta da safra
No pó eles somem e na colheita aparecem igual praga
Sem falar nas cercas.
O que me salva é que existem os bons cabras
Que amam a arte e respeitam o artista
Eita desgrama!
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